Geral


A Comissão Internacional de História da Náutica e o Departamento de Matemática da Universidade de Coimbra promovem a XIV Reunião Internacional de História da Náutica, a realizar em Coimbra nos dias 23 a 25 de Outubro, comemorando os 40 anos do 1º Encontro Internacional da História da Náutica.

O Museu da Ciência da Universidade de Coimbra associa-se às comemorações com um conjunto de iniciativas:

- Sábados no Museu. Ateliers especialmente dedicados à orientação e à navegação.

- Nos Passos de Magalhães. Série documental com o apoio da RTP2.

- Quem descobriu e cartografou a costa da Austrália? Palestra por Peter Trickett.

(via De Rerum Natura)

Foi lançado na passada sexta-feira no padrão dos Descobrimentos, em Lisboa, o mais recente livro de Deana Barroqueiro, intitulado “O Navegador da Passagem” (Porto Editora), um romance baseado na história de vida de Bartolomeu Dias, o navegador que pela primeira vez (em 1488) dobrou o Cabo das Tormentas (que viria depois a ser rebaptizado de Cabo da Boa Esperança), tendo ainda participado na expedição de Vasco da Gama à Índia de 1497 e na viagem de Pedro Álvares Cabral, de 1500, que culminaria no achamento do Brasil, na qual, tragicamente, viria a naufragar.

P. S. Informações adicionais sobre esta obra, no blogue da autora - incluindo entrevistas na Antena 1 e na TSF, para além da leitura de um trecho do livro.

A primazia da chegada dos portugueses à Austrália “é o motor” do novo romance de João Lopes Marques, “Terra de Java”, disse à Lusa Rui Zink, que apresentará a obra na próxima quinta-feira, em Lisboa.

“A primazia da descoberta portuguesa é o motor do livro, é o que o puxa, mas não é o mistério a revelar”, precisou Zink, que falará sobre o livro quinta-feira ao final da tarde na FNAC Vasco Gama, ao Parque das Nações.

O livro conta a história de Manuel Pereira, que parte em lua-de-mel para a Austrália e aí descobre um apelido português, igual ao seu, acabando por se envolver, entre tratos amorosos, numa cruzada que visa denunciar a “falsificação histórica”.

“O que me atrai no livro é uma visão fresca, às vezes no duplo sentido da palavra fresca, às vezes bastante fresca mesmo, sobre as venturas e desventuras de um português nessa Terra Java que é a Austrália”, explicou.

“Ele tem a sensação - ou há um fantasma - de ser duplo de um outro Manuel Pereira que terá passado por aquelas terras quase cinco séculos antes”, prosseguiu Zink. [...]

(Lusa - via RTP)

O original do diário da viagem de Vasco da Gama à Índia, em 1497, atribuído a Álvaro Velho do Barreiro, é a principal atracção da exposição “Tesouros”, inaugurada ontem na Biblioteca Municipal do Porto.

O diário, que passa quase despercebido entre os manuscritos com ilustrações coloridas que também constam da exposição, esteve recentemente em digressão por vários países europeus e, habitualmente, não está disponível para ser visto pelo público.

“É notável. Este diário não é património da cidade do Porto, mas da humanidade. É uma honra para a cidade que este documento esteja na nossa biblioteca”, afirmou Rui Rio, depois de ter visitado a exposição.

Esta mostra, que estará patente até 12 de Dezembro, integra o programa das comemorações do 175º aniversário da Biblioteca Municipal do Porto. “Esta exposição é apenas uma pequeníssima amostra do que temos. São 55 peças que representam um pequeno grande tesouro da cidade do Porto”, afirmou Isabel Santos, directora do Departamento Municipal de Bibliotecas.

O diário da viagem de Vasco da Gama é a atracção principal, mas a exposição também inclui outras raridades como uma edição da Peregrinação, de Fernão Mendes Pinto, de 1614, o Foral da Cidade do Porto, datado de 1517, e edições antigas de Os Lusíadas. “Queremos dar a conhecer um pouco daquilo que temos de mais precioso e raro”, frisou Isabel Santos, considerando “muito importante partilhar o nosso património”.

Para os visitantes, estão também disponíveis alguns dos mais de 80 volumes da Livraria de Mão do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, trazidos para a biblioteca portuense por Alexandre Herculano, além de manuscritos religiosos, militares e musicais, autógrafos e exemplares de cartografia.

(Público, 21.10.2008)

Um conjunto de mais de 4000 fotografias será apresentado hoje, na biblioteca do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (Igespar), em Lisboa, para comprovar o valor do espólio descoberto no interior de uma nau quinhentista portuguesa afundada na costa da Namíbia.

O arqueólogo português Francisco Alves, que participou nos trabalhos, não quis ontem quantificar o valor patrimonial do achado, referindo apenas que, “em 32 anos de arqueologia, foi a primeira vez que andei de joelhos no chão a encontrar moedas de ouro”.Estas moedas do século XVI são apenas uma parte do espólio da nau. As equipas que procederam à escavação (num fosso a seis metros abaixo do nível do mar) encontraram dezenas de presas de marfim, 13 toneladas de lingotes de cobre, os restos de, pelo menos, seis canhões e centenas de quilos de utensílios de navegação e armamento, nomeadamente espadas, mas também pistolas.

Embora ainda sem confirmação oficial (os resultados dos trabalhos só hoje serão divulgados), estima-se que tenham sido retirados do local cerca de 20 quilos de moedas de ouro, bem como inúmeras moedas de prata e diversos lingotes do mesmo metal. Ontem, em declarações ao PÚBLICO, Francisco Alves - que esteve na Namíbia acompanhado do arqueólogo Miguel Aleluia - disse que “mais importante do que o valor patrimonial [falou-se que o espólio poderá valer 70 milhões de euros] é a escavação em geral”.

A descoberta do navio foi anunciada em Abril, quando os funcionários da empresa diamantífera sul-africana De Beers encontraram uma estrutura de madeira de grandes proporções, assim como diversas grandes pedras redondas que, posteriormente, se concluiu serem canhões. No final de Setembro, também em declarações ao PÚBLICO, Francisco Alves alvitrou que a descoberta poderia ser a mais importante de África, logo a seguir aos achados arqueológicos do Egipto.

Descartada parece, para já, a hipótese de a nau ser a de Bartolomeu Dias, o primeiro navegador a dobrar o Cabo da Boa Esperança e que em 1500 naufragou na zona.

(Público, 17.10.2008)

A propósito desta descoberta, está também disponível vídeo de programa da RTP.

Total de 01.01.07 a 30.09.08 - 129 750 visitas, por 75 890 visitantes
Setembro de 2008 - 7 905 visitas, por 5 200 visitantes
Agosto de 2008 - 6 390 visitas, por 3 965 visitantes
Julho de 2008 - 5 495 visitas, por 3 320 visitantes
Junho de 2008 - 8 810 visitas, por 5 500 visitantes
Maio de 2008 - 11 105 visitas, por 6 620 visitantes
Abril de 2008 - 9 510 visitas, por 5 840 visitantes
Março de 2008 - 8 435 visitas, por 5 255 visitantes
Fevereiro de 2008 - 8 080 visitas, por 4 920 visitantes
Janeiro de 2008 - 8 570 visitas, por 4 820 visitantes
Dezembro de 2007 - 4 260 visitas, por 2 320 visitantes
Novembro de 2007 - 5 110 visitas, por 3 010 visitantes
Outubro de 2007 - 9 640 visitas, por 5 770 visitantes
Setembro de 2007 - 6 005 visitas, por 3 690 visitantes
Agosto de 2007 - 3 610 visitas, por 2 155 visitantes
Julho de 2007 - 3 275 visitas, por 1 535 visitantes
Junho de 2007 - 4 310 visitas, por 2 010 visitantes
Maio de 2007 - 4 420 visitas, por 2 300 visitantes
Abril de 2007 - 3 805 visitas, por 2 005 visitantes
Março de 2007 - 3 355 visitas, por 1 770 visitantes
Fevereiro de 2007 - 2 560 visitas, por 1 345 visitantes
Janeiro de 2007 - 5 100 visitas, por 2 540 visitantes

“A nau quinhentista portuguesa descoberta em Abril ao largo de Oranjemud, no Sul da Namíbia, corre o risco de voltar a ficar submersa a partir de 10 de Outubro, último dia para manter a céu aberto o local da escavação garantido pelo consórcio Namdeb, formado pelo Governo namibiano e pelo grupo diamantífero sul-africano De Beers.

[...]

Estamos a trabalhar diariamente para limpar e dar continuidade à extracção de todo o material dentro do prazo e hoje mesmo conseguimos retirar a única parte da estrutura do navio que ainda está conexa”, anunciou Francisco Alves, director da divisão de Arqueologia Náutica e Subaquática do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (Igespar). “Todos os dias estamos a encontrar coisas novas - moedas, âncoras de ferro, pedaços de canhão, espadas, astrolábios e instrumentos de navegação da época -, até já perdemos a conta” ao tesouro já recuperado do navio, afirma (ver caixa). Mas é um trabalho difícil, já que o navio está “ensanduichado” entre a rocha-mãe e uma “camada extremamente dura” resultante de produtos de corrosão e oxidação misturados com pedras e algas, explica o arqueólogo. Por outro lado, há pedaços da nau dispersas numa grande área em redor.”

(via Público, de 29.09.2008)

Mais informações relacionadas, aqui.

Total de 01.01.07 a 31.08.08 - 121 845 visitas, por 70 690 visitantes
Agosto de 2008 - 6 390 visitas, por 3 965 visitantes
Julho de 2008 - 5 495 visitas, por 3 320 visitantes
Junho de 2008 - 8 810 visitas, por 5 500 visitantes
Maio de 2008 - 11 105 visitas, por 6 620 visitantes
Abril de 2008 - 9 510 visitas, por 5 840 visitantes
Março de 2008 - 8 435 visitas, por 5 255 visitantes
Fevereiro de 2008 - 8 080 visitas, por 4 920 visitantes
Janeiro de 2008 - 8 570 visitas, por 4 820 visitantes
Dezembro de 2007 - 4 260 visitas, por 2 320 visitantes
Novembro de 2007 - 5 110 visitas, por 3 010 visitantes
Outubro de 2007 - 9 640 visitas, por 5 770 visitantes
Setembro de 2007 - 6 005 visitas, por 3 690 visitantes
Agosto de 2007 - 3 610 visitas, por 2 155 visitantes
Julho de 2007 - 3 275 visitas, por 1 535 visitantes
Junho de 2007 - 4 310 visitas, por 2 010 visitantes
Maio de 2007 - 4 420 visitas, por 2 300 visitantes
Abril de 2007 - 3 805 visitas, por 2 005 visitantes
Março de 2007 - 3 355 visitas, por 1 770 visitantes
Fevereiro de 2007 - 2 560 visitas, por 1 345 visitantes
Janeiro de 2007 - 5 100 visitas, por 2 540 visitantes

Total de 01.01.07 a 31.07.08 - 115 455 visitas, por 66 725 visitantes
Julho de 2008 - 5 495 visitas, por 3 320 visitantes
Junho de 2008 - 8 810 visitas, por 5 500 visitantes
Maio de 2008 - 11 105 visitas, por 6 620 visitantes
Abril de 2008 - 9 510 visitas, por 5 840 visitantes
Março de 2008 - 8 435 visitas, por 5 255 visitantes
Fevereiro de 2008 - 8 080 visitas, por 4 920 visitantes
Janeiro de 2008 - 8 570 visitas, por 4 820 visitantes
Dezembro de 2007 - 4 260 visitas, por 2 320 visitantes
Novembro de 2007 - 5 110 visitas, por 3 010 visitantes
Outubro de 2007 - 9 640 visitas, por 5 770 visitantes
Setembro de 2007 - 6 005 visitas, por 3 690 visitantes
Agosto de 2007 - 3 610 visitas, por 2 155 visitantes
Julho de 2007 - 3 275 visitas, por 1 535 visitantes
Junho de 2007 - 4 310 visitas, por 2 010 visitantes
Maio de 2007 - 4 420 visitas, por 2 300 visitantes
Abril de 2007 - 3 805 visitas, por 2 005 visitantes
Março de 2007 - 3 355 visitas, por 1 770 visitantes
Fevereiro de 2007 - 2 560 visitas, por 1 345 visitantes
Janeiro de 2007 - 5 100 visitas, por 2 540 visitantes

O catálogo da exposição “América Portuguesa”, patente até 5 de Setembro na Biblioteca Nacional, em Lisboa, foi agora editado, incluindo algumas espécies da exposição paralela “Tesouros brasileiros”.

O objectivo deste catálogo é expresso na sua introdução: “contextualizar alguns dos temas mais relevantes da História do Brasil no período compreendido entre o povoamento e 1808″ relativos à exposição.

“América portuguesa” divide-se em sete núcleos, procurando “dar uma visão diacrónica da presença portuguesa e como se reflectiu em diferentes vertentes, da sociedade à economia”, explicou o director da Biblioteca Nacional, Jorge Couto. A “América Portuguesa” inclui a colónia do Sacramento, actualmente integrada no território do Uruguai, por força do Tratado de Madrid de 1750, “mas que na realidade só a partir de 1777 passa em definitivo para a Coroa espanhola”, precisou Jorge Couto.

(via Público)

« Previous PageNext Page »

Design www.vanillamist.com
Optimizado para Internet Explorer

Creative Commons License
Carreira da Índia by Leonel Vicente is licensed under a
Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Vedada a Criação de Obras Derivadas 2.5 Portugal License.