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Outubro de 2009 – 11 375 visitas, por 7 280 visitantes
Setembro de 2009 – 9 855 visitas, por 6 360 visitantes
Agosto de 2009 – 6 485 visitas, por 4 160 visitantes
Julho de 2009 – 5 150 visitas, por 3 325 visitantes
Junho de 2009 – 10 045 visitas, por 6 495 visitantes
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Fevereiro de 2009 – 8 255 visitas, por 5 680 visitantes
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Dezembro de 2008 – 6 800 visitas, por 4 480 visitantes
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No sábado festeja-se o fim da expedição de Pedro Teixeira, o explorador português que subiu o rio Amazonas no século XVII. Mas “Curiua-Catu”, o Homem Branco Bom e Amigo, é homenageado já hoje no Senado brasileiro. Para que ninguém esqueça o que fez por Portugal e pelo Brasil

Pedro Teixeira: sabe quem é? Provavelmente não. Mas na Ajuda, em Lisboa, há uma estrada com o seu nome. Em Cantanhede, onde nasceu, há uma estátua. No Brasil, onde morreu a 6 de Junho de 1641, o seu rosto foi estampado nas notas de cinco cruzeiros; e quando o Papa João Paulo II, em 1980, fez uma viagem entre Belém do Pará e Manaus viajou num navio de guerra que tinha o seu nome.

Os índios brasileiros chamavam-lhe “Curiua-Catu”, o Homem Branco Bom e Amigo, e quase no final da sua vida foi nomeado capitão-mor do Grão Pará. Fez-se acompanhar por índios numa expedição que partiu de Gurupá, a 28 de Outubro de 1637, com duas mil pessoas. Subiram os rios Amazonas e Negro e chegaram à cidade de Quito, actual capital do Equador, voltando a Belém do Pará 26 meses depois da partida (a 12 de Dezembro de 1639). O rio Amazonas passava, assim, a pertencer na sua totalidade a Portugal (que permanecia sob o domínio da Coroa espanhola). Um feito extraordinário para a época.

“Pedro Teixeira é um herói esquecido que precisa de ser recuperado”, diz ao P2 por telefone Aloizio Mercadante, o senador brasileiro que está a lançar um movimento para “resgatar a memória, reconhecer e valorizar a imensa contribuição” que este português de Cantanhede, no distrito de Coimbra, teve na História do Brasil. A sessão de homenagem que se realiza hoje, às 10h00, no Senado Federal, em Brasília, para comemorar os 370 anos da expedição de Pedro Teixeira, o “desbravador” português, partiu de uma proposta sua. Para o senador, a contribuição daquele a quem chamam o conquistador da Amazónia no processo de constituição e afirmação da soberania territorial foi decisiva e deve ser celebrada por portugueses e brasileiros.

“A Pedro Teixeira se deve quase metade do nosso território actual. Mais de 62 por cento da Amazónia está em território brasileiro por causa dele”, explica, lembrando que a região, além de património da humanidade, tem a maior concentração de água doce do planeta e é a mais importante floresta tropical.

Agora que o Brasil “deixou de ser um problema na agenda internacional e passou a ser parte da solução”, é possível que o país olhe para a sua história com “orgulho e auto-estima”. E à medida que isso acontecer, acrescenta Mercadante, o Brasil terá obrigatoriamente de reconhecer a imensa contribuição de Portugal.

“No momento em que o mundo está discutindo o efeito de estufa, em que há uma grande preocupação com o aquecimento global, sinto que esse chamamento da Amazónia é muito importante para o debate”, diz o popular Mercadante, líder da bancada do PT e vice-presidente do Parlamento do Mercosul, que é ainda cronista do jornal O Globo e tem mais de 30 mil seguidores no Twitter.

O pedido do governador

Pedro Teixeira era um militar que participou na fundação da cidade de Belém, a capital do estado do Pará, e que depois se destacou em várias missões militares, combatendo holandeses, ingleses e franceses. Quando dois padres e quatro soldados espanhóis chegaram perdidos a Belém, com a novidade de que o rio Amazonas era navegável, o governador do estado do Grão-Pará e Maranhão pediu a Pedro Teixeira para organizar a expedição até Quito (na época parte do vice-reinado do Peru).

No regresso, com testemunhas espanholas, Teixeira vai registando a posse das terras para o reino de Portugal. “Como naquela época Portugal estava subordinado à Coroa espanhola, o livro que relata essa epopeia, em 1641 [Novo Descobrimento do Grande Rio Amazonas e a Viagem de Pedro Teixeira Águas Arribas, de Frei Cristobal d"Acuña] acaba sendo queimado e isso não foi valorizado nem pela historiografia portuguesa nem brasileira”, explica o senador, que quer chamar a atenção para este “vulto histórico” que parece estar condenado ao esquecimento.

O seu nome não consta do Livro dos Heróis da Pátria (ou Livro de Aço) que está no Panteão da Liberdade e da Democracia Tancredo Neves, em Brasília, e nem sequer figura na lista de candidatos. Mercadante preparou um projecto de lei para que o nome de Pedro Teixeira seja inscrito neste Livro de Aço. Propõe também que a história da expedição do navegador português passe a fazer parte dos currículos escolares no Brasil.

A expedição de Pedro Teixeira era composta por 70 canoas (45 de grandes dimensões, com vinte remadores cada). Acompanhavam o explorador 70 soldados portugueses e 1200 índios, muitos deles “flecheiros” (arqueiros), que levaram as suas mulheres e filhos.

Teixeira (cuja data de nascimento se situa entre 1570 e 1585) era de ascendência nobre e foi para o Brasil em 1607, conta a autora do livro A Expedição de Pedro Teixeira – A Sua Importância para Portugal e o Futuro da Amazónia (ed. Ésquilo). Esta brasileira, Anete Costa Ferreira, é investigadora de ciências sociais e história luso-amazónica e estará hoje na sessão de homenagem em Brasília.

O navegador falava o tupi – língua com origem no povo tupinambá – e essa era uma das razões pelas quais era tão acarinhado pelos índios. “Sempre fez amizade com os índios, o que lhe valeu de muito”, explica ao telefone a partir do Brasil esta especialista, que hoje vive em Portugal.

Os índios que embarcaram com o português nesta expedição iam em busca da Terra sem Mal, a morada dos antepassados, segundo os índios tupi e guarani, um território onde as pessoas não envelheciam. “A tribo Tupinambá acreditava nisso e à medida que a expedição decorria foi ficando decepcionada. Os índios achavam que iam chegar à Terra sem Mal e, como a viagem não era aquilo que pensavam, começaram a enfraquecer”, diz Anete Costa Ferreira.

A descrição desta expedição chega até nós através de um documento que está na Biblioteca da Ajuda (Relazion del General Pedro Teixeira de el rio de las Amazonas para el Senhor Príncipe, 1639). “É o diário de bordo que Pedro Teixeira fez durante a viagem. Esse é o grande documento que o celebrizou, é um levantamento geral da fauna, da flora, do minério, dos costumes… Entra tudo o que ele foi vendo no seu trajecto”, explica a investigadora. Incluindo os canibais.

Nessa grande expedição, Pedro Teixeira fixou uma série de territórios até então desconhecidos, como as ilhas das Areias ou Santa Luzia. Na viagem de regresso a Belém do Pará descobre o rio Negro (onde mais tarde se ergueu a cidade de Manaus) e o rio Madeira, um grande afluente do Amazonas.

Um dos feitos mais importantes da expedição é a fundação do povoado de Franciscana, oficializada a 16 de Agosto de 1639. Obedecendo às ordem do governador, Pedro Teixeira toma posse desse território, mas diz que o faz para a Coroa portuguesa (e não para a espanhola). Com a nova povoação, o navegador quis homenagear todos os missionários franciscanos.

Sem amazonas

No documento que se encontra na Biblioteca da Ajuda, Teixeira conta ainda que, tanto na ida como na volta da expedição do rio Amazonas, não viu as amazonas descritas durante a viagem de Francisco de Orellana, explorador espanhol que antes navegara parte do Amazonas. As ditas amazonas foram descritas por Carvajal, frade que acompanhou Orellana, como “mulheres sem peito, guerreiras, e que não aceitavam o homem no seu habitat”, conta Anete Costa Ferreira.

Apesar de nunca se ter cruzado com elas, Teixeira relata que lhe chegaram muitas notícias das amazonas. Diz mesmo que estariam “a seis jornadas” do sítio em que se encontravam e que teriam 300 aldeias ou mais, com “quinhentos ou oitocentos casais” cada: “Aqui acabam-se as flechas furadas perigosas e, ainda que as haja por todo o rio, não matam como as do Sul”, escreve.

A documentação sobre este conquistador do Brasil é esparsa. “Em Portugal pouca coisa há”, diz Anete Costa Ferreira, lembrando que o historiador Jaime Cortesão (também de Cantanhede) apresentou no IV Congresso de História Nacional no Brasil, em 1949, O significado da expedição de Pedro Teixeira à luz de novos documentos. Em 2002 foi realizado o documentário Curiua-Catu: A Grande Expedição de Pedro Teixeira 1637-1639, realizado por Carlos Barreto.

Para contrariar a dispersão de documentos e mesmo a falta de informação ainda mais detalhada, Anete Ferreira vai começar dentro de dias uma investigação no Museu Naval e no Arquivo Público de Belém do Pará, e em São Luís do Maranhão. Passará também pela Catedral de Belém, onde está sepultado.

Para ajudar a resgatar a memória do explorador, a Portugal Telecom associa-se à homenagem de hoje no Senado, lançando o Prémio Pedro Teixeira para estudantes portugueses e brasileiros, dos 12 aos 18 anos. Os três melhores trabalhos sobre a vida e o impacto dos feitos de Teixeira na história de Portugal e do Brasil irão ter como prémio uma viagem cultural ao Brasil (se forem portugueses) ou a Portugal (se forem brasileiros). Será ainda lançado um site em português e inglês dedicado a perpetuar a memória do explorador português “Curiua-Catu”.

(Público)

Total de 01.01.07 a 30.11.09 – 269 080 visitas, por 165 165 visitantes
Novembro de 2009 – 10 930 visitas, por 6 715 visitantes
Outubro de 2009 – 11 375 visitas, por 7 280 visitantes
Setembro de 2009 – 9 855 visitas, por 6 360 visitantes
Agosto de 2009 – 6 485 visitas, por 4 160 visitantes
Julho de 2009 – 5 150 visitas, por 3 325 visitantes
Junho de 2009 – 10 045 visitas, por 6 495 visitantes
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Dezembro de 2008 – 6 800 visitas, por 4 480 visitantes
Novembro de 2008 – 12 560 visitas, por 7 890 visitantes
Outubro de 2008 – 11 710 visitas, por 7 290 visitantes
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Junho de 2008 – 8 810 visitas, por 5 500 visitantes
Maio de 2008 – 11 105 visitas, por 6 620 visitantes
Abril de 2008 – 9 510 visitas, por 5 840 visitantes
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Total Ano de 2007 – 55 450 visitas, por 30 450 visitantes
Dezembro de 2007 – 4 260 visitas, por 2 320 visitantes
Novembro de 2007 – 5 110 visitas, por 3 010 visitantes
Outubro de 2007 – 9 640 visitas, por 5 770 visitantes
Setembro de 2007 – 6 005 visitas, por 3 690 visitantes
Agosto de 2007 – 3 610 visitas, por 2 155 visitantes
Julho de 2007 – 3 275 visitas, por 1 535 visitantes
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Maio de 2007 – 4 420 visitas, por 2 300 visitantes
Abril de 2007 – 3 805 visitas, por 2 005 visitantes
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Janeiro de 2007 – 5 100 visitas, por 2 540 visitantes

Uma equipa de mergulhadores encontrou perto da costa da cidade brasileira de Rio de Janeiro restos de uma nau portuguesa do século XVIII que naufragou com uma carga avaliada em cerca de 670 milhões de euros, informou a imprensa local.

Os pesquisadores encontraram restos de madeiras que podem ter pertencido ao “Rainha dos Anjos”, um barco que se afundou a 17 de Julho de 1722 frente à baía da Guanabara, na costa do Rio de Janeiro, escreve o jornal O Globo.

O navio, que viajava da China para Lisboa, tinha feito escala no Rio de Janeiro carregado com 136 preciosas peças de porcelana chinesa da era do imperador Kangxi (1662-1722), terceiro da dinastia Qing, das quais actualmente apenas está conservado um vaso no Museu Imperial da China.

“Os chineses eram conhecidos pelos cuidados com que embalavam a porcelana. É muito provável que encontremos peças inteiras”, declarou o autor da descoberta ao jornal.

Muito embora os vestígios estejam pendentes de ser enviados a laboratórios dos Estados Unidos para confirmar a sua origem, o mergulhador José Galindo, autor da descoberta, já conta com várias empresas internacionais interessadas em patrocinar as investigações arqueológicas.

Pelas contas de Galindo, será preciso um investimento de 196 mil euros apenas para desenterrar parte da nau e mais 1.166 milhões de euros para a trazer à superfície.

Uma empresa britânica mostrou interesse em deslocar equipamento para a zona e participar nas investigações, enquanto que uma companhia norueguesa até já visitou o local.

O brasileiro José Galindo relata que fez a descoberta quando procurava uma hélice perdida por um rebocador no ano passado.

(Jornal de Notícias)

Total de 01.01.07 a 31.10.09 – 258 150 visitas, por 158 450 visitantes
Outubro de 2009 – 11 375 visitas, por 7 280 visitantes
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Janeiro de 2009 – 8 920 visitas, por 5 840 visitantes
Total Ano de 2008 – 105 370 visitas, por 65 100 visitantes
Dezembro de 2008 – 6 800 visitas, por 4 480 visitantes
Novembro de 2008 – 12 560 visitas, por 7 890 visitantes
Outubro de 2008 – 11 710 visitas, por 7 290 visitantes
Setembro de 2008 – 7 905 visitas, por 5 200 visitantes
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Janeiro de 2008 – 8 570 visitas, por 4 820 visitantes
Total Ano de 2007 – 55 450 visitas, por 30 450 visitantes
Dezembro de 2007 – 4 260 visitas, por 2 320 visitantes
Novembro de 2007 – 5 110 visitas, por 3 010 visitantes
Outubro de 2007 – 9 640 visitas, por 5 770 visitantes
Setembro de 2007 – 6 005 visitas, por 3 690 visitantes
Agosto de 2007 – 3 610 visitas, por 2 155 visitantes
Julho de 2007 – 3 275 visitas, por 1 535 visitantes
Junho de 2007 – 4 310 visitas, por 2 010 visitantes
Maio de 2007 – 4 420 visitas, por 2 300 visitantes
Abril de 2007 – 3 805 visitas, por 2 005 visitantes
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A ler, o artigo com o título em epígrafe, de Maria Manuela Cruzeiro, no blogue “Caminhos da Memória“.

E, também, a réplica de Irene Pimentel, no blogue “Jugular“.

A Ésquilo, Edições e Multimédia acaba de publicar «O Espião de D. João II», o mais recente romance histórico de Deana Barroqueiro, referência na área do romance histórico e autora do best-seller «D. Sebastião e o Vidente», cujo Lançamento decorrerá, em parceria com o El Corte Inglês, no próximo dia 15 de Outubro, pelas 19h30m. Contará com a apresentação pelo Dr. Guilherme d’Oliveira Martins, actual Presidente do Tribunal de Contas.

O formidável Espião de D. João II possuía qualidades e talentos comparáveis aos de um James Bond e Indiana Jones, reunidos num só homem. A memória fotográfica, uma capacidade espantosa para aprender línguas, a arte do disfarce para assumir as mais diversas identidades, a mestria no manejo de todas as armas do seu tempo e, sobretudo, uma imensa coragem e espírito de sacrifício, aliados ao culto cavaleiresco da mulher e do amor que o fascinavam, fazem dele uma personagem histórica única e inspiradora. El-rei D. João II escolhia-o para as missões mais secretas, certo que qualquer outro falharia. Talvez esse secretismo seja a razão do seu nome de família e do seu rosto terem ficado, para sempre, na penumbra.

Em 1487, Pêro da Covilhã foi enviado de Portugal, ao mesmo tempo que Bartolomeu Dias, a descobrir por terra, aquilo que o navegador ia demandar por mar: uma rota para as especiarias da Índia e notícias do encoberto Preste João. Ao espião esperava-o uma longa peregrinação de cerca de seis anos pelas regiões do Mar Vermelho e costas do Índico até Calecut e, também, pela Pérsia, África Oriental, Arábia e Etiópia, descobrindo povos e culturas em lugares hostis, cujos costumes lhe eram completamente estranhos. Na pele de um enigmático mercador do Al-Andalus, o Escudeiro-guerreiro do Príncipe Perfeito realizou proezas admiráveis que causaram espanto no mundo do seu tempo.

Neste romance fascinante, Deana Barroqueiro convida-nos a seguir o trilho de Pêro da Covilhã na sua fabulosa odisseia recheada de aventuras, amores, conquistas e descobertas inolvidáveis…

Deana Barroqueiro (Prémio Máxima de Literatura – Prémio Especial do Júri com o romance D. Sebastião e o Vidente) é, sem dúvida, uma referência da ficção histórica, em Língua Portuguesa. Este livro, fruto de um rigoroso trabalho de investigação, unindo marcos de grande relevo histórico e uma descrição muito rica dos espaços e personagens, lê-se com fascínio da primeira à última página.

(via http://sorumbatico-longos.blogspot.com/)

Foi com gosto que acedi ao convite de João Ferreira Dias para uma breve “conversa” sobre blogues e a blogosfera, em particular sobre o Carreira da ÍndiaTomar, que pode ler aqui, no Køntråstës.org.

Total de 01.01.07 a 30.09.09 – 246 775 visitas, por 151 170 visitantes
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Memórias de África e do Oriente

Um grande desfile naval no Rio Hudson abriu hoje a semana de comemorações do quarto centenário da “descoberta” de Nova Iorque, nos Estados Unidos, pelo navegador britânico Henry Hudson, numa missão chefiada por holandeses.

O mesmo rio que sulcou, pela primeira vez, Hudson em 1609 a bordo do “Halve Maen”, e em cujas margens assentaram os primeiros colonos europeus, no que hoje se conhece como Manhattan, foi o protagonista do primeiro acto das celebrações do “descobrimento” da cidade, que nasceu debaixo do domínio holandês.

O desfile, em que participaram esquadras dos Estados Unidos e da Holanda, navios da NATO e embarcações típicas holandesas, foi presidido pelos príncipes herdeiros dos Países Baixos, Guilherme Alexandre e Máxima, pela secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, e pelo presidente do Município de Nova Iorque, Michael Bloomberg.

Estas individualidades puderam ainda ver uma réplica do barco comandado por Henry Hudson, o navegador que empreendeu há 400 anos uma missão da Companhia Holandesa das Índias Ocidentais para encontrar um novo caminho para a Ásia.

O resultado da expedição foi o “descobrimento” de um lugar onde os holandeses se fixaram para fundar a Nova Amesterdão, lugar esse que, anos depois, os ingleses baptizaram como Nova Iorque.

“É maravilhoso que ainda se possam ver as influências da Holanda na cidade, desde o transporte até à arte e à música, passando pela gastronomia. Esta grande cidade construiu-se sobre os valores dos pioneiros holandeses que fundaram Nova Amesterdão”, assinalou o príncipe Guilherme Alexandre, lembrando que a Companhia Holandesa das Índias Ocidentais “foi a primeira grande multinacional”.

A herança holandesa em Nova Iorque, epicentro das finanças mundiais, está em muitos topónimos mas também na vida económica.

O herdeiro da coroa holandesa recordou que a Companhia Holandesa das Índias Ocidentais tornou-se no primeiro prestamista dos Estados Unidos em finais do século XVIII, quando concedeu um crédito que serviu as antigas colónias britânicas para sufragar a Guerra da Independência (1775-1783).

O Dia da Independência dos Estados Unidos foi declarado a 04 de Julho de 1776, tendo a Constituição sido adoptada em 1789.

As celebrações do quarto centenário de Nova Iorque incluem ainda iniciativas especiais em museus, concertos, mostras de desenho e arquitectura holandeses e passeios comunitários em bicicletas, que poderão ser usadas gratuitamente.

Destaca-se igualmente a presença, na cidade, de um documento trazido de Amesterdão e que se considera ser a “certidão de nascimento de Nova Iorque”, uma vez que é uma carta escrita em 1626 que relata a compra da Ilha de Manhattan aos índios nativos que habitavam essas terras quando chegaram os colonos europeus.

A compra, por 24 dólares (16,5 euros), pressupôs o acto de fundação da Nova Amesterdão, uma cidade que foi conquistada em 1664 pelos britânicos, que rebaptizaram-na de Nova Iorque em honra do duque de Iorque e ligaram-na ao resto das suas conquistas na costa atlântica do Norte do continente americano.

As comemorações do IV centenário terminam segunda-feira, com o primeiro Dia do Porto da cidade, uma efeméride que se pretende assinalar anualmente para lembrar a data em que Hudson pisou as terras de Manhattan pela primeira vez.

(Diário de Notícias)

O Livro de Marinharia (1569), de João Lisboa e com a capa original, é mostrado pela primeira vez numa exposição de manuscritos de navegação na Torre do Tombo, em Lisboa, que possibilitará aos visitantes “folhear” os documentos. Intitulada “Registos do Céu: Astronomia em Manuscritos da Torre do Tombo”, a exposição é inaugurada hoje às 17h00 pelos ministros da Cultura, e da Ciência e do Ensino Superior, respectivamente, José António Pinto Ribeiro e Mariano Gago.

“Esta exposição, que estará patente até Janeiro próximo, pretende mostrar a inovação científica em Portugal nos século XVI e XVII”, disse à Lusa Silvestre Lacerda, director-geral dos Arquivos.

O responsável sublinhou que o Livro de Marinharia é apresentado pela primeira vez “com a capa original em madeira, podendo-se observar os sulcos e os furinhos feitos pelo compasso dos navegadores que iam traçando as rotas conforme iam conhecendo os mares e as costas”.

“Por outro lado – salientou -, permitirá pela primeira vez, que cada visitante possa folhear o livro e não ver apenas uma ou duas páginas, na medida em que o documento está totalmente digitalizado, e assim, associado ao módulo de exposição está um computador que permite ao visitante folhear digitalmente cada um dos documentos e conhecê-lo melhor”.

A primeira parte deste livro é um tratado de navegação, também conhecido como “tratado de agulhas de marear, e que demonstra que os pilotos não eram analfabetos, antes pelo contrário, pois eram homens instruídos”, explicou Silvestre Lacerda.

A Carta de Mestre João, outro manuscrito exposto, é mostrada pela primeira vez ao público desde que a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) a classificou como património mundial, inscrevendo-a no “Registo Memória do Mundo”.

A carta geográfica datada de 1 de Maio de 1500 “é a primeira representação ocidental da constelação Cruzeiro do Sul que permitiu a orientação pelas estrelas aos navegadores no hemisfério austral”.

Outros dois manuscritos expostos são o “Tratado da Esfera e outros tratados matemáticos” de Giovanni Paolo Lembo, e “Curiosidades Matemáticas”, de Frei José de Jesus Maria.

Este códice de Jesus Maria data de 1641 e é uma compilação de assuntos cosmográficos e astronómicos “em sete tratados e cinco instrumentos de papel, chamados volvelles, em três dimensões, e que serviam para demonstrar alguns princípios cosmográficos ou a obtenção expedita de alguns valores numéricos”, explicou Silvestre Lacerda.

“Esta série de volvelles, livros em três dimensões, explicam por exemplo as fases da Lua, ou as observações do planeta Vénus”, acrescentou.

Relativamente ao Tratado da Esfera, Lacerda afirmou que “testemunha as primeiras utilizações do telescópio em Portugal, datando de 1615/1617″.

“Cinco anos após Galileu ter inventado o telescópio”, salientou o director-geral dos Arquivos.

A exposição integra ainda instrumentos usados pelos navegadores e referidos nos documentos expostos, como o quadrante, o astrolábio, o telescópio e um compasso.

Esta exposição pretende dar a conhecer a importância da documentação científica existente na Torre do Tombo, salientou à Lusa o responsável.

Paralelamente será exibido o documentário exibido no Discovery Channel, “Caravelas e Naus – Um choque tecnológico no Século XVI”, que refere “a importância da inovação e conhecimentos científicos materializados nas técnicas de construção naval e nos instrumentos de apoio à navegação na época dos Descobrimentos, comparando o seu impacto com os instrumentos de astronáutica na exploração do espaço quatro séculos mais tarde”, disse.

(Público)

Total de 01.01.07 a 31.08.09 – 236 920 visitas, por 144 810 visitantes
Agosto de 2009 – 6 485 visitas, por 4 160 visitantes
Julho de 2009 – 5 150 visitas, por 3 325 visitantes
Junho de 2009 – 10 045 visitas, por 6 495 visitantes
Maio de 2009 – 13 620 visitas, por 8 410 visitantes
Abril de 2009 – 11 425 visitas, por 7 270 visitantes
Março de 2009 – 12 200 visitas, por 8 080 visitantes
Fevereiro de 2009 – 8 255 visitas, por 5 680 visitantes
Janeiro de 2009 – 8 920 visitas, por 5 840 visitantes
Total Ano de 2008 – 105 370 visitas, por 65 100 visitantes
Dezembro de 2008 – 6 800 visitas, por 4 480 visitantes
Novembro de 2008 – 12 560 visitas, por 7 890 visitantes
Outubro de 2008 – 11 710 visitas, por 7 290 visitantes
Setembro de 2008 – 7 905 visitas, por 5 200 visitantes
Agosto de 2008 – 6 390 visitas, por 3 965 visitantes
Julho de 2008 – 5 495 visitas, por 3 320 visitantes
Junho de 2008 – 8 810 visitas, por 5 500 visitantes
Maio de 2008 – 11 105 visitas, por 6 620 visitantes
Abril de 2008 – 9 510 visitas, por 5 840 visitantes
Março de 2008 – 8 435 visitas, por 5 255 visitantes
Fevereiro de 2008 – 8 080 visitas, por 4 920 visitantes
Janeiro de 2008 – 8 570 visitas, por 4 820 visitantes
Total Ano de 2007 – 55 450 visitas, por 30 450 visitantes
Dezembro de 2007 – 4 260 visitas, por 2 320 visitantes
Novembro de 2007 – 5 110 visitas, por 3 010 visitantes
Outubro de 2007 – 9 640 visitas, por 5 770 visitantes
Setembro de 2007 – 6 005 visitas, por 3 690 visitantes
Agosto de 2007 – 3 610 visitas, por 2 155 visitantes
Julho de 2007 – 3 275 visitas, por 1 535 visitantes
Junho de 2007 – 4 310 visitas, por 2 010 visitantes
Maio de 2007 – 4 420 visitas, por 2 300 visitantes
Abril de 2007 – 3 805 visitas, por 2 005 visitantes
Março de 2007 – 3 355 visitas, por 1 770 visitantes
Fevereiro de 2007 – 2 560 visitas, por 1 345 visitantes
Janeiro de 2007 – 5 100 visitas, por 2 540 visitantes

Total de 01.01.07 a 31.07.09 – 230 435 visitas, por 140 650 visitantes
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Abril de 2009 – 11 425 visitas, por 7 270 visitantes
Março de 2009 – 12 200 visitas, por 8 080 visitantes
Fevereiro de 2009 – 8 255 visitas, por 5 680 visitantes
Janeiro de 2009 – 8 920 visitas, por 5 840 visitantes
Total Ano de 2008 – 105 370 visitas, por 65 100 visitantes
Dezembro de 2008 – 6 800 visitas, por 4 480 visitantes
Novembro de 2008 – 12 560 visitas, por 7 890 visitantes
Outubro de 2008 – 11 710 visitas, por 7 290 visitantes
Setembro de 2008 – 7 905 visitas, por 5 200 visitantes
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