Sex 16 Mai 2008
Expo98
Qui 15 Mai 2008
Qui 15 Mai 2008
O Pavilhão do Futuro na Expo’98 é concluído 86 dias antes da abertura oficial da Exposição Mundial, e dois meses antes do prazo.
(via “A Cidade da EXPO’98 - Uma Reconversão na Frente Ribeirinha de Lisboa?”, Vítor Matias Ferreira e Francisco Indovina, Editorial Bizâncio, Lisboa, 1999)
Qui 15 Mai 2008
DIA TIPO NA EXPO’98 (cont.)
“19h30 – Peregrinação – É o espectáculo-percurso que circula pelo Recinto. Numa homenagem à noite que se avizinha, mais de uma centena de artistas desfilam com as suas «máquinas de peregrinar» e lançam às águas do rio Tejo sonhos do final de milénio.
20h00 – Encerramento dos Pavilhões – Início do período nocturno da EXPO. Os visitantes repartem-se entre as zonas de restauração, de lazer e os vários palcos instalados junto das esplanadas. A trepidação da noite vai tomando conta dos milhares de visitantes enquanto que na zona afecta à EXPO-Dia começam os trabalhos de limpeza e de manutenção.
20h30 – Apresentação de Espectáculos – Início de espectáculos em todos os espaços cénicos do Recinto. Esta programação dá prioridade às iniciativas de celebração dos dias nacionais e de honra e é completada por espectáculos propostos pela EXPO’98.
23h45 – Acqua Matrix – É o evento multimédia nocturno. A actividade é suspensa em todos os palcos do Recinto para permitir a concentração dos visitantes em torno da Doca dos Olivais. Momentos de expectativa antecedem os cerca de 15 minutos de um espectáculo que à meia-noite saúda o dia seguinte.
24h00 – Noite dentro – Para os amantes da noite, a música volta aos palcos. O fado, o jazz, os ritmos africanos e latinos ecoam novamente pela EXPO’98. A norte do Recinto, o tempo de dança anima a Praça Sony.
02h30 – Final dos espectáculos.
03h00… Até amanhã – O Recinto encerra as suas portas.
Recomeço – Começam os trabalhos de desmontagem dos espectáculos que terminam e de montagem dos que terão lugar no dia seguinte.”
In “Guia Oficial – EXPO’98”, pp. 50 e 51
Qua 14 Mai 2008
Qua 14 Mai 2008
É inaugurada a Ponte Vasco da Gama.
(via “A Cidade da EXPO’98 - Uma Reconversão na Frente Ribeirinha de Lisboa?”, Vítor Matias Ferreira e Francisco Indovina, Editorial Bizâncio, Lisboa, 1999)
Qua 14 Mai 2008
DIA TIPO NA EXPO’98
“09h00 – Abertura do Recinto - Início da venda de entradas nas bilheteiras junto às portas e nos serviços de apoio ao visitante. Algures do espaço em breve partilhado pelos visitantes surgem os Olharapos, que iniciam as suas intervenções de animação, prolongando-as por todo o dia.
10h00 – Abertura dos Pavilhões - De agora em diante, os espaços começam a ganhar vida com animação musical e intervenções de rua. A zona da EXPO’98 é um local privilegiado situado na margem direita do estuário do Tejo com espaços que espreitam o rio ou que dele se escondem.
11h00 – Cerimónia oficial do respectivo dia nacional ou de honra. Na Praça Cerimonial do Pavilhão de Portugal tem lugar o hastear das bandeiras, tocam-se os hinos nacionais e são proferidos os discursos oficiais. Bandas de alguns países participantes actuam no Módulo Flutuante, ancorado em frente da praça.
12h00 – Primeiro espectáculo - No Pavilhão da Utopia, «Oceanos e Utopias», assim visto pelos seus criadores, François Confino e Phipippe Genty. Um espectáculo com um desenrolar rápido, imprevisível, no qual a matéria se confronta com os humanos, propondo assim múltiplos níveis de leitura. Às 15h00, 18h00 e 21h00, terão lugar as outras três apresentações, que se repetirão todos os dias no mesmo horário. Os visitantes repartem-se entre os pavilhões e as zonas de restauração, de lazer e de animação.
13h00 – Render da guarda dos Olharapos em frente ao Pavilhão da Utopia.
16h00 – O ritmo da EXPO’98 volta a ser marcado pela visita aos pavilhões. Junto das filas de espera continuam as animações. Desta hora em diante, a programação para a Infância e Juventude é apresentada no Jardim de Timor. No Promenade, um maestro ensaia com a orquestra ou com o seu coro.
17h00 – Cerimónia oficial do dia de honra dos Patrocinadores Oficiais da EXPO’98 no Ponto Cerimonial das Empresas.”
In “Guia Oficial – EXPO’98”, pp. 50 e 51
Ter 13 Mai 2008
Ter 13 Mai 2008
Segundo Torres Campos, o Estado não tem dado à Expo o apoio financeiro que a Exposição Mundial necessita. Em entrevista, afirma que «a Expo é uma empresa com um capital social não preenchido. O Estado ainda nem sequer cá aplicou o dinheiro que lhe competia fazer como qualquer accionista». Ainda segundo Torres Campos, a Expo terá um «défice previsto de 74 milhões de contos». O custo da Exposição será de 368 milhões de contos e as receitas estimadas não ultrapassam os 294 milhões.
(via “A Cidade da EXPO’98 - Uma Reconversão na Frente Ribeirinha de Lisboa?”, Vítor Matias Ferreira e Francisco Indovina, Editorial Bizâncio, Lisboa, 1999)
Ter 13 Mai 2008
Japão
“A representação japonesa está organizada em quatro sectores.
(ver imagem aqui)
O primeiro retrata «O Encontro do Japão com o Ocidente». Consiste numa maqueta da cidade de Nagasaki, porto utilizado pelos portugueses do século XVI.
Luís Fróis, o primeiro missionário jesuíta a chegar ao Japão, será o guia virtual dos visitantes.
O segundo espaço descreve a longa relação dos japoneses com o mar.
O terceiro aborda o caminho para uma nova era marítima. Um espectáculo multimédia dá relevo às últimas descobertas em matéria de prospecção de recursos e prevenção de desastres, onde não falta uma réplica do submarino de pesquisa «Shinkai 6500».
O último sector chama-se o «Alvorecer da Idade dos Grandes Intercâmbios, tendo sido pensado para as crianças.
A visita termina com um espectáculo de 20 minutos, «O Mar, nosso amigo», exibido no auditório do pavilhão.”
In Guia da EXPO – Expresso, p. 32
Seg 12 Mai 2008
Seg 12 Mai 2008
Mário Soares, presidente da Comissão Mundial Independente dos Oceanos, defende em Estocolmo a candidatura de Lisboa para sede da Agência Europeia dos Oceanos.
(via “A Cidade da EXPO’98 - Uma Reconversão na Frente Ribeirinha de Lisboa?”, Vítor Matias Ferreira e Francisco Indovina, Editorial Bizâncio, Lisboa, 1999)
