Expo98


Fogo de Artifício encerramento EXPO'98

(Foto de Manuel Pedro Sérgio)

A Expo’98 abre as suas portas ao público.

(via “A Cidade da EXPO’98 - Uma Reconversão na Frente Ribeirinha de Lisboa?”, Vítor Matias Ferreira e Francisco Indovina, Editorial Bizâncio, Lisboa, 1999)

Passaporte EXPO

Inauguração oficial da Expo’98. 200 VIP, 3600 convidados e 1300 crianças assistem à inauguração.

(via “A Cidade da EXPO’98 - Uma Reconversão na Frente Ribeirinha de Lisboa?”, Vítor Matias Ferreira e Francisco Indovina, Editorial Bizâncio, Lisboa, 1999)

Acquamatrix

(Foto de João Gomes Mota, gentilmente cedida pelo autor)

Começa a funcionar a ligação do Metro Alameda-Oriente e as suas estações Alameda, Olaias, Bela Vista, Chelas e Oriente, passando a constituir a nova linha D – Vermelha. Com esta ligação, ficaram simultaneamente a funcionar todos os modos de transporte que vão operar na Gare Intermodal do Oriente – rede ferroviária, metro e autocarros.

(via “A Cidade da EXPO’98 - Uma Reconversão na Frente Ribeirinha de Lisboa?”, Vítor Matias Ferreira e Francisco Indovina, Editorial Bizâncio, Lisboa, 1999)

Diário da Expo - Acquamatrix

Ao contrário do que estava previsto, o Metropolitano não inaugura a linha do Oriente. A inauguração é adiada para dia 19 de Maio, para coincidir com a abertura da Gare do Oriente. No entanto, os acabamentos nas estações da Linha do Oriente estão ainda atrasados.

(via “A Cidade da EXPO’98 - Uma Reconversão na Frente Ribeirinha de Lisboa?”, Vítor Matias Ferreira e Francisco Indovina, Editorial Bizâncio, Lisboa, 1999)

A EXPO’98 teve a presença de um total de cerca de 11 500 jornalistas (dos quais cerca de 6 300 jornalistas estrangeiros, de 88 países), ao serviço de mais de 900 órgãos de comunicação social.

Pela primeira vez na história, uma exposição internacional foi mediatizada através de uma televisão – a “TeleEXPO”, emitindo cerca de 1 600 horas de programação –, uma estação de rádio, um jornal diário (“Diário da EXPO”, com mais de 17 milhões de exemplares) e uma agência de notícias próprios.

A EXPO’98 – considerada pelo BIE como a melhor Exposição Mundial de sempre – encerrou já na madrugada de 1 de Outubro de 1998, com o record de visitantes nessa noite (mais de 215 000), fazendo com que o número global de visitantes ultrapassasse os 10 000 000.

Após 132 dias de exposição - de 22.05.1998 a 30.09.1998 - o recinto esteve fechado ao público de 1 a 15 de Outubro de 1998, reabrindo então já como Parque das Nações, recebendo mais de 100 000 visitantes no primeiro fim-de-semana. O Oceanário, e os Pavilhões do Futuro e do Conhecimento dos Mares mantiveram as exposições que apresentaram durante a EXPO’98 até ao dia 31 de Dezembro de 1998.

Referências bibliográficas
- “Guia Oficial da EXPO’98”
- http://www.parquedasnacoes.pt/pt/expo98/default.asp
- http://pt.wikipedia.org/wiki/Expo_98
- http://www.civilium.net/infocil/expo98.shtml
- http://www.bie-paris.org/

Acquamatrix

(Foto de João Gomes Mota, gentilmente cedida pelo autor)

Realiza-se o ensaio geral da Expo’98, com a presença de cerca de 50 mil convidados. Com metade das estruturas a funcionar, com obras ainda a decorrer e muitos pavilhões fechados (apenas 18 dos 148 pavilhões se encontram abertos), a Parque Expo simula um “dia-tipo” para os visitantes.

(via “A Cidade da EXPO’98 - Uma Reconversão na Frente Ribeirinha de Lisboa?”, Vítor Matias Ferreira e Francisco Indovina, Editorial Bizâncio, Lisboa, 1999)

Passaporte EXPO

O Pavilhão do Futuro na Expo’98 é concluído 86 dias antes da abertura oficial da Exposição Mundial, e dois meses antes do prazo.

(via “A Cidade da EXPO’98 - Uma Reconversão na Frente Ribeirinha de Lisboa?”, Vítor Matias Ferreira e Francisco Indovina, Editorial Bizâncio, Lisboa, 1999)

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