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	<title>Comentários em: D. JOÃO III &#8211; N. 06.06.1502</title>
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		<title>Por: D. JOÃO DE CASTRO &#8211; N. 27.02.1500 &#171;</title>
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		<dc:creator>D. JOÃO DE CASTRO &#8211; N. 27.02.1500 &#171;</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 23:00:10 +0000</pubDate>
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		<description>[...] várias vezes a África, numa das ocasiões integrando (em 1535) a expedição enviada por D. João III para auxiliar Carlos V na tomada de [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] várias vezes a África, numa das ocasiões integrando (em 1535) a expedição enviada por D. João III para auxiliar Carlos V na tomada de [...]</p>
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		<title>Por: Carreira da Índia &#187; Vasco da Gama - F. 25.12.1524</title>
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		<dc:creator>Carreira da Índia &#187; Vasco da Gama - F. 25.12.1524</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2009 20:07:34 +0000</pubDate>
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		<description>[...] sob as ordens do Rei D. João III, empreenderia ainda uma terceira expedição à Índia, agora na qualidade de (segundo) Vice-Rei da [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] sob as ordens do Rei D. João III, empreenderia ainda uma terceira expedição à Índia, agora na qualidade de (segundo) Vice-Rei da [...]</p>
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		<title>Por: Carreira da Índia &#187; D. JOÃO</title>
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		<dc:creator>Carreira da Índia &#187; D. JOÃO</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Sep 2007 17:09:03 +0000</pubDate>
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		<description>[...] de Portugal (Évora, 1537 - Lisboa, 1554), filho de D. João III e de D. Catarina, casou, em 1552, com D. Joana, filha de Carlos V, mas morreu de diabetes meses [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] de Portugal (Évora, 1537 &#8211; Lisboa, 1554), filho de D. João III e de D. Catarina, casou, em 1552, com D. Joana, filha de Carlos V, mas morreu de diabetes meses [...]</p>
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		<title>Por: Carreira da Índia &#187; DAMIÃO DE GÓIS</title>
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		<dc:creator>Carreira da Índia &#187; DAMIÃO DE GÓIS</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Aug 2007 17:16:24 +0000</pubDate>
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		<description>[...] até aos 20 anos. Em 1523, nas qualidade de escrivão da feitoria de Antuérpia, foi enviado por D. João III para a Flandres, de onde passou a efectuar missões diplomáticas e comerciais a diversos países. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] até aos 20 anos. Em 1523, nas qualidade de escrivão da feitoria de Antuérpia, foi enviado por D. João III para a Flandres, de onde passou a efectuar missões diplomáticas e comerciais a diversos países. [...]</p>
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		<title>Por: Carreira da Índia &#187; FRANCISCO DE PAIVA DE ANDRADE</title>
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		<dc:creator>Carreira da Índia &#187; FRANCISCO DE PAIVA DE ANDRADE</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jun 2007 09:14:20 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Cronista-mor (Lisboa, 1540-Lisboa, 1614). Oriundo de uma das mais importantes famílias do século XVI, era filho de um tesoureiro-mor de D. João III. Estudou na Universidade de Coimbra, foi guarda-mor da Torre do Tombo e, enquanto historiador, cronista-mor do reino e poeta, deixou uma obra assinalável. Escreveu o Primeiro Cerco de Diu (1589), a Crónica de D. João III (1613), na qual as façanhas de Marrocos e do Oriente são o principal centro de interesse e Comentários da Vida de Chaul. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Cronista-mor (Lisboa, 1540-Lisboa, 1614). Oriundo de uma das mais importantes famílias do século XVI, era filho de um tesoureiro-mor de D. João III. Estudou na Universidade de Coimbra, foi guarda-mor da Torre do Tombo e, enquanto historiador, cronista-mor do reino e poeta, deixou uma obra assinalável. Escreveu o Primeiro Cerco de Diu (1589), a Crónica de D. João III (1613), na qual as façanhas de Marrocos e do Oriente são o principal centro de interesse e Comentários da Vida de Chaul. [...]</p>
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		<title>Por: Carreira da Índia &#187; D. MANUEL I - N. 31.05.1469</title>
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		<dc:creator>Carreira da Índia &#187; D. MANUEL I - N. 31.05.1469</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jun 2007 08:54:02 +0000</pubDate>
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		<description>[...] D. Manuel viria a casar novamente, em 1500, com D. Maria de Castela (igualmente filha dos Reis Católicos), união de que viriam a nascer os futuros reis D. João III e Cardeal D. Henrique. De novo viúvo desde 1517, casaria ainda, em 1519, com D. Leonor de Castela. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] D. Manuel viria a casar novamente, em 1500, com D. Maria de Castela (igualmente filha dos Reis Católicos), união de que viriam a nascer os futuros reis D. João III e Cardeal D. Henrique. De novo viúvo desde 1517, casaria ainda, em 1519, com D. Leonor de Castela. [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: Carreira da Índia &#187; DIOGO DO COUTO</title>
		<link>http://carreiradaindia.net/2007/06/imagens/d-joao-iii-n-06061502/comment-page-1/#comment-5707</link>
		<dc:creator>Carreira da Índia &#187; DIOGO DO COUTO</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jun 2007 22:12:39 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Historiador (Lisboa, 1542 ou 1543-Goa, 1616). Protegido do infante D. Luís, filho de D. Manuel I, teve uma esmerada educação, tendo estudado Latim e Retórica com os jesuítas, no Colégio de Santo Antão, e Filosofia no Mosteiro de Benfica. Foi moço da câmara de D. João III e, por volta dos 15 anos, partiu para o Oriente, onde serviu durante uma década, fazendo então uma passagem pelo reino. A viagem, fê-la na companhia de Luís de Camões, que encontrara na ilha de Moçambique a viver em grande pobreza e de quem se tornaria grande amigo. Regressado ao Oriente em 1571, como cronista e guarda-mor da Torre do Tombo da Índia, fixou-se em Goa, onde casou e viveu o resto da sua vida, dedicando-se a continuar as Décadas, de João de Barros. Dono de grande cultura, foi um historiador incansável, mas os seus escritos tornaram-se muitas vezes incómodos para as antigas famílias da Índia portuguesa, o que levou a que a publicação dos seus trabalhos fosse prejudicada por uma série de desastres: a VI Década ardeu antes de ser impressa, salvando-se apenas alguns exemplares, a VIII e a IX foram furtadas e a XI perdeu-se, tendo Diogo do Couto feito um resumo, que só seria editado a título póstumo. De todos os seus trabalhos, só as Décadas IV, V, VI e VII e a fala que fez em nome da Câmara de Goa (1610) saíram ao público durante a sua vida. A VIII (abreviada) seria publicada em 1673, a IX em 1736, a X e a Xi (resumida) na edição completa de 1788 e a XII (incompleta) em 1645. Da sua valiosa obra é ainda de destacar o Diálogo do Soldado Prático (1790), onde com uma crítica mordaz analisa profundamente a crise e a decadência do Império português no Oriente, e a História Trágico-Marítima, o Naufrágio da Nau de S. Tomé, publicada em 1689. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Historiador (Lisboa, 1542 ou 1543-Goa, 1616). Protegido do infante D. Luís, filho de D. Manuel I, teve uma esmerada educação, tendo estudado Latim e Retórica com os jesuítas, no Colégio de Santo Antão, e Filosofia no Mosteiro de Benfica. Foi moço da câmara de D. João III e, por volta dos 15 anos, partiu para o Oriente, onde serviu durante uma década, fazendo então uma passagem pelo reino. A viagem, fê-la na companhia de Luís de Camões, que encontrara na ilha de Moçambique a viver em grande pobreza e de quem se tornaria grande amigo. Regressado ao Oriente em 1571, como cronista e guarda-mor da Torre do Tombo da Índia, fixou-se em Goa, onde casou e viveu o resto da sua vida, dedicando-se a continuar as Décadas, de João de Barros. Dono de grande cultura, foi um historiador incansável, mas os seus escritos tornaram-se muitas vezes incómodos para as antigas famílias da Índia portuguesa, o que levou a que a publicação dos seus trabalhos fosse prejudicada por uma série de desastres: a VI Década ardeu antes de ser impressa, salvando-se apenas alguns exemplares, a VIII e a IX foram furtadas e a XI perdeu-se, tendo Diogo do Couto feito um resumo, que só seria editado a título póstumo. De todos os seus trabalhos, só as Décadas IV, V, VI e VII e a fala que fez em nome da Câmara de Goa (1610) saíram ao público durante a sua vida. A VIII (abreviada) seria publicada em 1673, a IX em 1736, a X e a Xi (resumida) na edição completa de 1788 e a XII (incompleta) em 1645. Da sua valiosa obra é ainda de destacar o Diálogo do Soldado Prático (1790), onde com uma crítica mordaz analisa profundamente a crise e a decadência do Império português no Oriente, e a História Trágico-Marítima, o Naufrágio da Nau de S. Tomé, publicada em 1689. [...]</p>
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		<title>Por: Carreira da Índia &#187; SÃO FRANCISCO XAVIER - N. 07.04.1506</title>
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		<dc:creator>Carreira da Índia &#187; SÃO FRANCISCO XAVIER - N. 07.04.1506</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jun 2007 21:45:43 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Missionário (Navarra, 7 de Abril de 1506-Sanchoão, 1552). Também conhecido como o Apóstolo das Índias, foi um dos membros da Companhia de Jesus enviados para o Império Português no Oriente. Estudou em Paris e travou conhecimento com Inácio de Loiola, com quem partiu para Itália e partilhou a vontade de converter os infiéis. Estavam em Roma quando o papa aprovou os estatutos da Companhia. Partiu para Portugal com um grupo de jesuítas, a pedido de D. João III, para pregarem no reino. Entretanto parte para Goa, onde obtém bastante sucesso junto da conversão dos portugueses que lá residiam. Nomeado superior das missões no Oriente, baptiza cerca de dez mil nativos. Com a ideia fixa de pregar no Japão, parte para este país, onde pregou durante cerca de dois anos, com alguns resultados positivos. Faleceu sem conseguir entrar na China, um outro objectivo que tinha. Viria a ser beatificado em 1619, por Paulo V, e canonizado três anos mais tarde, por ordem de Gregório XV. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Missionário (Navarra, 7 de Abril de 1506-Sanchoão, 1552). Também conhecido como o Apóstolo das Índias, foi um dos membros da Companhia de Jesus enviados para o Império Português no Oriente. Estudou em Paris e travou conhecimento com Inácio de Loiola, com quem partiu para Itália e partilhou a vontade de converter os infiéis. Estavam em Roma quando o papa aprovou os estatutos da Companhia. Partiu para Portugal com um grupo de jesuítas, a pedido de D. João III, para pregarem no reino. Entretanto parte para Goa, onde obtém bastante sucesso junto da conversão dos portugueses que lá residiam. Nomeado superior das missões no Oriente, baptiza cerca de dez mil nativos. Com a ideia fixa de pregar no Japão, parte para este país, onde pregou durante cerca de dois anos, com alguns resultados positivos. Faleceu sem conseguir entrar na China, um outro objectivo que tinha. Viria a ser beatificado em 1619, por Paulo V, e canonizado três anos mais tarde, por ordem de Gregório XV. [...]</p>
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		<title>Por: Carreira da Índia &#187; PADRE SIMÃO RODRIGUES DE AZEVEDO</title>
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		<dc:creator>Carreira da Índia &#187; PADRE SIMÃO RODRIGUES DE AZEVEDO</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jun 2007 21:30:30 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Introdutor da Companhia de Jesus em Portugal (Vouzela, 1510-Lisboa, 15 de Julho de 1579). Foi bolseiro de D. João III, em Paris, e pertenceu ao primeiro núcleo de amigos de Inácio de Loiola. Em 1546, tornou-se o primeiro provincial da Companhia de Jesus, em Portugal. Coube-lhe lançar, em terras lusas, os fundamentos da companhia. Pessoa afável, conseguiu atrair muitos seguidores e em pouco mais de dez anos já tinha enviado para as missões cerca de 250 jesuítas portugueses. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Introdutor da Companhia de Jesus em Portugal (Vouzela, 1510-Lisboa, 15 de Julho de 1579). Foi bolseiro de D. João III, em Paris, e pertenceu ao primeiro núcleo de amigos de Inácio de Loiola. Em 1546, tornou-se o primeiro provincial da Companhia de Jesus, em Portugal. Coube-lhe lançar, em terras lusas, os fundamentos da companhia. Pessoa afável, conseguiu atrair muitos seguidores e em pouco mais de dez anos já tinha enviado para as missões cerca de 250 jesuítas portugueses. [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Carreira da Índia &#187; ANTÓNIO TENREIRO</title>
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		<dc:creator>Carreira da Índia &#187; ANTÓNIO TENREIRO</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jun 2007 21:29:09 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Viajante (séculos XV-XVI). Provavelmente natural de Coimbra, era cavaleiro professo na Ordem de Cristo. Foi um dos primeiros portugueses a seguir para a Índia, onde se notabilizou. Incumbido de seguir por terra com uma mensagem para D. João III, deixou Ormuz a 20 de Setembro de 1528 e chegou a Lisboa em Maio de 1529. Da viagem, ficou o seu Itinerário da Índia para Portugal por Terra, impresso pela primeira vez em 1560, mas que voltaria a ser publicado ainda nesse século. O seu relato impressionou D. João III, que lhe terá concedido uma tença anual. Segundo o historiador Diogo de Couto, terá sido gravemente ferido a golpes de cutelo quando, pouco depois de regressar, abandonava os paços reais a altas horas da noite. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Viajante (séculos XV-XVI). Provavelmente natural de Coimbra, era cavaleiro professo na Ordem de Cristo. Foi um dos primeiros portugueses a seguir para a Índia, onde se notabilizou. Incumbido de seguir por terra com uma mensagem para D. João III, deixou Ormuz a 20 de Setembro de 1528 e chegou a Lisboa em Maio de 1529. Da viagem, ficou o seu Itinerário da Índia para Portugal por Terra, impresso pela primeira vez em 1560, mas que voltaria a ser publicado ainda nesse século. O seu relato impressionou D. João III, que lhe terá concedido uma tença anual. Segundo o historiador Diogo de Couto, terá sido gravemente ferido a golpes de cutelo quando, pouco depois de regressar, abandonava os paços reais a altas horas da noite. [...]</p>
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