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	<title>Comentários em: D. JOÃO II &#8211; N. 05.05.1455</title>
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		<title>Por: Joias d africa News &#187; Blog Archive &#187; Transvaal. joias d africa</title>
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		<dc:creator>Joias d africa News &#187; Blog Archive &#187; Transvaal. joias d africa</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 07:12:37 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Carreira da Ãndia Â» D. JOÃƒO II - N. 05.05.1455 D. JoÃ£o II encarregou-o de uma viagem de exploraÃ§Ã£o ao interior da Ãfrica, aproveitando as rotas comerciais atravÃ©s do Sara e do SudÃ£o.    This entry was posted on Monday, May 5th, 2008 at 11:12 am and is filed under Uncategorized. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. Both comments and pings are currently closed. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Carreira da Ãndia Â» D. JOÃƒO II &#8211; N. 05.05.1455 D. JoÃ£o II encarregou-o de uma viagem de exploraÃ§Ã£o ao interior da Ãfrica, aproveitando as rotas comerciais atravÃ©s do Sara e do SudÃ£o.    This entry was posted on Monday, May 5th, 2008 at 11:12 am and is filed under Uncategorized. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. Both comments and pings are currently closed. [...]</p>
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		<title>Por: Carreira da Índia &#187; DUARTE GALVÃO</title>
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		<dc:creator>Carreira da Índia &#187; DUARTE GALVÃO</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Oct 2007 21:41:15 +0000</pubDate>
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		<description>[...] 1446. Recebeu várias missões oficiais ainda durante o reinado de D. Afonso V e foi secretário de D. João II e de D. Manuel I, que lhe confiou diversas embaixadas. Serviu entretanto no Oriente, vindo a [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] 1446. Recebeu várias missões oficiais ainda durante o reinado de D. Afonso V e foi secretário de D. João II e de D. Manuel I, que lhe confiou diversas embaixadas. Serviu entretanto no Oriente, vindo a [...]</p>
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		<title>Por: Carreira da Índia &#187; D. JOÃO</title>
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		<dc:creator>Carreira da Índia &#187; D. JOÃO</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Sep 2007 17:16:45 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Recebeu o título de marquês de Montemor-o-Novo em 1471. Implicado na conspiração contra D. João II, a que este pôs cobro apunhalando o próprio cunhado e primo, conseguiu refugiar-se em [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Recebeu o título de marquês de Montemor-o-Novo em 1471. Implicado na conspiração contra D. João II, a que este pôs cobro apunhalando o próprio cunhado e primo, conseguiu refugiar-se em [...]</p>
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		<title>Por: Carreira da Índia &#187; PÊRO VAZ DE CAMINHA</title>
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		<dc:creator>Carreira da Índia &#187; PÊRO VAZ DE CAMINHA</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jun 2007 09:42:53 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Autor da carta do descobrimento do Brasil (Porto?, 1450?-Calecute, Índia, 1500). Pertencente à classe média e letrada da cidade do Porto, foi sucessivamente cavaleiro de D. Afonso V, D. João II e de D. Manuel I. Em 1476, foi nomeado mestre da Casa da Balança da Moeda da capital nortenha, prestigiado cargo recebido por herança paterna, e, mais tarde, participou na redacção dos Capítulos, a apresentar às Cortes reunidas em Lisboa, em 1498. É suposto que tenha feito várias viagens à costa africana, antes de 1500, ano em que, integrando a expedição de Pedro Álvares de Cabral, como escrivão da armada, partiu para a Índia. Aí chegado, viria a morrer pouco depois, durante um combate contra guerreiros indígenas. A sua notabilidade ficou contudo a dever-se à famosa carta que, a 1 de Maio de 1500, enviou ao rei D. Manuel, descrevendo o recente &#8220;achamento&#8221; do Brasil, relato esse que constitui um dos mais valiosos documentos da &#8220;literatura de viagens&#8221;. Narrou, em estilo límpido e delicioso, os primeiros contactos com o novo continente e as suas gentes. Falou da inocência dos nativos, descreveu os seus usos e costumes, a beleza da fauna e da flora locais, a fertilidade da terra, mostrando sempre uma grande compreensão e simpatia pelos povos com que contactou. A fidelidade é uma constante nesta carta, que relata detalhadamente os factos ocorridos entre 22 de Abril e 1 de Maio de 1500. A carta, que foi descoberta (1773) na Torre do Tombo por José de Seabra da Silva, viria a ser publicada, em 1817, por Aires do Casal. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Autor da carta do descobrimento do Brasil (Porto?, 1450?-Calecute, Índia, 1500). Pertencente à classe média e letrada da cidade do Porto, foi sucessivamente cavaleiro de D. Afonso V, D. João II e de D. Manuel I. Em 1476, foi nomeado mestre da Casa da Balança da Moeda da capital nortenha, prestigiado cargo recebido por herança paterna, e, mais tarde, participou na redacção dos Capítulos, a apresentar às Cortes reunidas em Lisboa, em 1498. É suposto que tenha feito várias viagens à costa africana, antes de 1500, ano em que, integrando a expedição de Pedro Álvares de Cabral, como escrivão da armada, partiu para a Índia. Aí chegado, viria a morrer pouco depois, durante um combate contra guerreiros indígenas. A sua notabilidade ficou contudo a dever-se à famosa carta que, a 1 de Maio de 1500, enviou ao rei D. Manuel, descrevendo o recente &#8220;achamento&#8221; do Brasil, relato esse que constitui um dos mais valiosos documentos da &#8220;literatura de viagens&#8221;. Narrou, em estilo límpido e delicioso, os primeiros contactos com o novo continente e as suas gentes. Falou da inocência dos nativos, descreveu os seus usos e costumes, a beleza da fauna e da flora locais, a fertilidade da terra, mostrando sempre uma grande compreensão e simpatia pelos povos com que contactou. A fidelidade é uma constante nesta carta, que relata detalhadamente os factos ocorridos entre 22 de Abril e 1 de Maio de 1500. A carta, que foi descoberta (1773) na Torre do Tombo por José de Seabra da Silva, viria a ser publicada, em 1817, por Aires do Casal. [...]</p>
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		<title>Por: Carreira da Índia &#187; D. MANUEL I - N. 31.05.1469</title>
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		<dc:creator>Carreira da Índia &#187; D. MANUEL I - N. 31.05.1469</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jun 2007 08:38:27 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Foi o nono filho de D. Fernando, Duque de Viseu (irmão do Rei D. Afonso V), sendo primo e, posteriormente, cunhado do Rei D. João II (o qual casara com D. Leonor, irmã de D. Manuel), tendo sido educado na Corte. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Foi o nono filho de D. Fernando, Duque de Viseu (irmão do Rei D. Afonso V), sendo primo e, posteriormente, cunhado do Rei D. João II (o qual casara com D. Leonor, irmã de D. Manuel), tendo sido educado na Corte. [...]</p>
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		<title>Por: Carreira da Índia &#187; GONÇALO EANES</title>
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		<dc:creator>Carreira da Índia &#187; GONÇALO EANES</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jun 2007 23:08:48 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Navegador (século XVI). D. João II encarregou-o de uma viagem de exploração ao interior da África, aproveitando as rotas comerciais através do Sara e do Sudão. Acompanhado por Pêro de Évora partiu em 1487, tendo chegado a Tekrur e a Tombuctu. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Navegador (século XVI). D. João II encarregou-o de uma viagem de exploração ao interior da África, aproveitando as rotas comerciais através do Sara e do Sudão. Acompanhado por Pêro de Évora partiu em 1487, tendo chegado a Tekrur e a Tombuctu. [...]</p>
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		<title>Por: Carreira da Índia &#187; BARTOLOMEU DIAS</title>
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		<dc:creator>Carreira da Índia &#187; BARTOLOMEU DIAS</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jun 2007 22:57:59 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Navegador (1450?-1500). Da sua viagem de 1487-1488 veio a resultar, uma década volvida, a primeira ligação marítima entre a Europa e a Índia e todas as inevitáveis alterações resultantes do contacto directo entre dois mundos. Ao ultrapassar o cabo das Tormentas - depois designado da Boa Esperança - deu forma a um sonho há muito perseguido,a ligação entre o Atlântico e o Índico. Escudeiro da Casa Real de D. João II, com alguma experiência obtida em viagens para o Forte de São Jorge da Mina, foi quem o rei D. João II escolheu para capitanear a missão de encontrar a passagem por mar do Atlântico para o Índico, anteriormente tentada, mas não conseguida, pelo grande navegador que o precedeu, Diogo Cão. Com uma pequena frota composta por três embarcações, tendo como piloto Pêro de Alenquer e com a companhia de João Infante e Diogo Dias (comandantes das outras embarcações), Bartolomeu Dias partiu de Lisboa em Agosto de 1487. Para além do último padrão que Diogo Cão tinha levantado, depois de terem avistado a Serra dos Reis, perdem de vista a terra e continuam o rumo sul; assim navegam durante alguns dias até que, para de novo alcançarem a costa, mudam a leste e depois a norte, tendo chegado por fim a uma baía que chamaram dos Vaqueiros, &#8220;por as muitas vacas que viram andar na terra guardadas por seus pastores&#8221;. Sem o saberem, tinham dobrado a ponta de África e navegavam já em águas do Índico. Rumo ao Norte navegam ainda alguns dias, mas a tripulação, cansada, impõe o regresso; avistam à vinda o cabo das Tormentas que tinham dobrado, sem o verem, e em Dezembro de 1488 entram no Tejo com a boa nova de que a passagem do Sudueste. O rei, porém, não quer muito alarido com a notícia (preocupado em esconder a informação ao vizinho castelhano), ao mesmo tempo que continua à espera de notícias dos homens (Afonso Paiva e Pêro da Covilhã) que no mesmo ano de 1487 mandara por terra em busca da Terra do Preste João. [&#8230;] Seguiu com a armada de Vasco da Gama até Cabo Verde, desconhecendo-se o que fez depois. Essa incógnita abriu caminho para que alguns autores sustentem que Bartolomeu Dias seguiu em direcção ao continente americano, eventualmente incumbido de uma missão de confirmação da existência de terras a Ocidente, como anunciara Cristóvão Colombo em 1492 (Colombo que, no seu Diário, diz ter sido recebido no Tejo pelo próprio Bartolomeu Dias). A ter-se verificado essa (ou essas) viagem, porém, ela não antecedeu a navegação de 1492, antes sendo percursora do descobrimento do Brasil em 1500. Outro momento histórico que entronca na vida de Bartolomeu Dias, incluído no rol dos homens que partiram na segunda armada da Índia, aquela que veio a revelar ao mundo a existência do Brasil. Esteve no desembarque em Porto Seguro e depois seguiu para a Índia. Todavia, ironia do destino, não chegou a ver as terras do Oriente, pois morreu num naufrágio ao dobrar o cabo da Boa Esperança. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Navegador (1450?-1500). Da sua viagem de 1487-1488 veio a resultar, uma década volvida, a primeira ligação marítima entre a Europa e a Índia e todas as inevitáveis alterações resultantes do contacto directo entre dois mundos. Ao ultrapassar o cabo das Tormentas &#8211; depois designado da Boa Esperança &#8211; deu forma a um sonho há muito perseguido,a ligação entre o Atlântico e o Índico. Escudeiro da Casa Real de D. João II, com alguma experiência obtida em viagens para o Forte de São Jorge da Mina, foi quem o rei D. João II escolheu para capitanear a missão de encontrar a passagem por mar do Atlântico para o Índico, anteriormente tentada, mas não conseguida, pelo grande navegador que o precedeu, Diogo Cão. Com uma pequena frota composta por três embarcações, tendo como piloto Pêro de Alenquer e com a companhia de João Infante e Diogo Dias (comandantes das outras embarcações), Bartolomeu Dias partiu de Lisboa em Agosto de 1487. Para além do último padrão que Diogo Cão tinha levantado, depois de terem avistado a Serra dos Reis, perdem de vista a terra e continuam o rumo sul; assim navegam durante alguns dias até que, para de novo alcançarem a costa, mudam a leste e depois a norte, tendo chegado por fim a uma baía que chamaram dos Vaqueiros, &#8220;por as muitas vacas que viram andar na terra guardadas por seus pastores&#8221;. Sem o saberem, tinham dobrado a ponta de África e navegavam já em águas do Índico. Rumo ao Norte navegam ainda alguns dias, mas a tripulação, cansada, impõe o regresso; avistam à vinda o cabo das Tormentas que tinham dobrado, sem o verem, e em Dezembro de 1488 entram no Tejo com a boa nova de que a passagem do Sudueste. O rei, porém, não quer muito alarido com a notícia (preocupado em esconder a informação ao vizinho castelhano), ao mesmo tempo que continua à espera de notícias dos homens (Afonso Paiva e Pêro da Covilhã) que no mesmo ano de 1487 mandara por terra em busca da Terra do Preste João. [&#8230;] Seguiu com a armada de Vasco da Gama até Cabo Verde, desconhecendo-se o que fez depois. Essa incógnita abriu caminho para que alguns autores sustentem que Bartolomeu Dias seguiu em direcção ao continente americano, eventualmente incumbido de uma missão de confirmação da existência de terras a Ocidente, como anunciara Cristóvão Colombo em 1492 (Colombo que, no seu Diário, diz ter sido recebido no Tejo pelo próprio Bartolomeu Dias). A ter-se verificado essa (ou essas) viagem, porém, ela não antecedeu a navegação de 1492, antes sendo percursora do descobrimento do Brasil em 1500. Outro momento histórico que entronca na vida de Bartolomeu Dias, incluído no rol dos homens que partiram na segunda armada da Índia, aquela que veio a revelar ao mundo a existência do Brasil. Esteve no desembarque em Porto Seguro e depois seguiu para a Índia. Todavia, ironia do destino, não chegou a ver as terras do Oriente, pois morreu num naufrágio ao dobrar o cabo da Boa Esperança. [...]</p>
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		<title>Por: Carreira da Índia &#187; TRISTÃO DA CUNHA</title>
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		<dc:creator>Carreira da Índia &#187; TRISTÃO DA CUNHA</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jun 2007 22:18:41 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Descobridor (1460?-1540). Fidalgo das Cortes de D. João II e de D. Manuel, era filho de D. Catarina de Albuquerque e de Nuno da Cunha, camareiro-mor do infante D. Fernando. Nomeado vice-rei da Índia, em 1505, não chegou a assumir o cargo, por ter ficado temporariamente cego, acabando por ser substituído por D. Francisco de Almeida. Já recuperado, em 1506 chefiou a esquadra em que seguia para a índia Afonso de Albuquerque. Nessa viagem descobriu, no Atlântico austral, o arquipélago que viria a ostentar o seu nome. Em seguida, fez o reconhecimento de Madagáscar, seguindo ao longo da costa de África, onde venceu os muçulmanos de Hoja e Brava, conquistando, pouco depois, a ilha de Socotorá aos árabes fartaques. Chegado à Índia, foi em socorro de Cananor, então cercada pelos muçulmanos, e participou nos combates de Calecute. Com grande quantidade de especiarias, pedrarias e aljôfar, regressou ao reino em 1508. Em 1513, recebeu a importante missão de chefiar a embaixada enviada por D. Manuel à Santa Sé, para prestar homenagem a Leão X, oferecendo-lhe vários produtos trazidos da Índia, a maior parte deles jóias. Partindo de Lisboa no início do ano seguinte, ficou célebre o exotismo dos presentes e a sumptuosidade do séquito, que incluía um elefante, além de outros animais. Sobreviveu a quatro dos seus filhos, todos mortos no Oriente ao serviço do reino. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Descobridor (1460?-1540). Fidalgo das Cortes de D. João II e de D. Manuel, era filho de D. Catarina de Albuquerque e de Nuno da Cunha, camareiro-mor do infante D. Fernando. Nomeado vice-rei da Índia, em 1505, não chegou a assumir o cargo, por ter ficado temporariamente cego, acabando por ser substituído por D. Francisco de Almeida. Já recuperado, em 1506 chefiou a esquadra em que seguia para a índia Afonso de Albuquerque. Nessa viagem descobriu, no Atlântico austral, o arquipélago que viria a ostentar o seu nome. Em seguida, fez o reconhecimento de Madagáscar, seguindo ao longo da costa de África, onde venceu os muçulmanos de Hoja e Brava, conquistando, pouco depois, a ilha de Socotorá aos árabes fartaques. Chegado à Índia, foi em socorro de Cananor, então cercada pelos muçulmanos, e participou nos combates de Calecute. Com grande quantidade de especiarias, pedrarias e aljôfar, regressou ao reino em 1508. Em 1513, recebeu a importante missão de chefiar a embaixada enviada por D. Manuel à Santa Sé, para prestar homenagem a Leão X, oferecendo-lhe vários produtos trazidos da Índia, a maior parte deles jóias. Partindo de Lisboa no início do ano seguinte, ficou célebre o exotismo dos presentes e a sumptuosidade do séquito, que incluía um elefante, além de outros animais. Sobreviveu a quatro dos seus filhos, todos mortos no Oriente ao serviço do reino. [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: Carreira da Índia &#187; D. VASCO COUTINHO</title>
		<link>http://carreiradaindia.net/2007/05/imagens/d-joao-ii-n-05051455/comment-page-1/#comment-5705</link>
		<dc:creator>Carreira da Índia &#187; D. VASCO COUTINHO</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jun 2007 22:10:48 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Capitão de Arzila de 1490 a 1514 (?-1522). Filho de Fernando Coutinho, alcaide-mor de Pinhel, e de Joana de Castro, era conde de Borba, título que recebeu por ter revelado a D. João II a traição do duque de Viseu. Foi alcaide-mor de Estremoz e de Santarém, mas por razões desconhecidas em 1488 foi degredado para Arzila. Entre os grandes feitos que praticou, conta-se a captura do alcaide de Alcácer Quibir, sendo-lhe por isso concedida, em 1490, a capitania de Arzila. Em 1513, participou na conquista de Azamor, regressando pouco depois ao reino, após a entregar a capitania de Arzila a seu filho João. Recebeu ainda o título de comendador de Almourol da Ordem de Cristo e, em 1500, passou a ser o 1º conde de Redondo. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Capitão de Arzila de 1490 a 1514 (?-1522). Filho de Fernando Coutinho, alcaide-mor de Pinhel, e de Joana de Castro, era conde de Borba, título que recebeu por ter revelado a D. João II a traição do duque de Viseu. Foi alcaide-mor de Estremoz e de Santarém, mas por razões desconhecidas em 1488 foi degredado para Arzila. Entre os grandes feitos que praticou, conta-se a captura do alcaide de Alcácer Quibir, sendo-lhe por isso concedida, em 1490, a capitania de Arzila. Em 1513, participou na conquista de Azamor, regressando pouco depois ao reino, após a entregar a capitania de Arzila a seu filho João. Recebeu ainda o título de comendador de Almourol da Ordem de Cristo e, em 1500, passou a ser o 1º conde de Redondo. [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: Carreira da Índia &#187; ÁLVARO DE CAMINHA - F. 28.04.1499</title>
		<link>http://carreiradaindia.net/2007/05/imagens/d-joao-ii-n-05051455/comment-page-1/#comment-5699</link>
		<dc:creator>Carreira da Índia &#187; ÁLVARO DE CAMINHA - F. 28.04.1499</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jun 2007 22:01:49 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Capitão-donatário da ilha de São Tomé (?- 28 de Abril de 1499). Cavaleiro da Casa Real, depois de integrar várias expedições à costa africana, foi nomeado, em 1493, 3º capitão donatário da ilha de São Tomé. Iniciou, então, o efectivo povoamento e a verdadeira colonização da ilha, fazendo transportar para a região, primeiro, degredados, escravos negros e jovens cristãos-novos e, pouco depois, agricultores da Madeira. Durante o seu governo foi introduzida a cultura da cana-de-açúcar, que rapidamente se tornou um sucesso, assim como foi fundada a vila da Povoação, mais tarde a cidade de São Tomé. Recebeu vários privilégios por parte de D. João II, como a concessão do comércio e do resgate de escravos em certas zonas da costa africana. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Capitão-donatário da ilha de São Tomé (?- 28 de Abril de 1499). Cavaleiro da Casa Real, depois de integrar várias expedições à costa africana, foi nomeado, em 1493, 3º capitão donatário da ilha de São Tomé. Iniciou, então, o efectivo povoamento e a verdadeira colonização da ilha, fazendo transportar para a região, primeiro, degredados, escravos negros e jovens cristãos-novos e, pouco depois, agricultores da Madeira. Durante o seu governo foi introduzida a cultura da cana-de-açúcar, que rapidamente se tornou um sucesso, assim como foi fundada a vila da Povoação, mais tarde a cidade de São Tomé. Recebeu vários privilégios por parte de D. João II, como a concessão do comércio e do resgate de escravos em certas zonas da costa africana. [...]</p>
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