“Nuno Tristão descobre as ilhas de Gete, Arguim e Garças. D. Henrique, radicado em Lagos, faz-se rodear de especialistas em ciência náutica (sobretudo italianos e judeus) e recebe o monopólio da navegação, guerra e comércio a sul do Bojador. São desenhados os primeiros mapas da costa africana. O Infante Santo morre cativo em Fez (Marrocos)”.

(in suplemento da Revista Visão nº 371 – Abril de 2000)