Militar (1586?-1648?). Foi para o Brasil como soldado, em 1602. Lançou, em 1610, os fundamentos da cidade de Fortaleza e combateu na conquista do Maranhão, em 1615. No ano seguinte, foi preso e condenado à morte pelos franceses durante uma viagem às Antilhas, mas viria a ser libertado em 1618. Mais tarde, participou nas lutas contra os holandeses na região de Pernambuco. A sua figura serviu de inspiração a José de Alencar no romance Iracema.

(via “História de Portugal – Dicionário de Personalidades” (coordenação de José Hermano Saraiva), edição QuidNovi, 2004)

Militar (Tânger?, 1566? - 1617?). Depois de lutar na Flandres, seguiu para o Brasil, em 1602, com o posto de sargento-mor. No Maranhão juntou-se a Jerónimo de Albuquerque e a Alexandre Moura na luta contra os indígenas e franceses, conseguindo a conquista do terrítório em 1615. Das suas experiências no Ocidente ficou o Livro que Dá Razão ao Estado do Brasil (1612) e a Jornada do Maranhão (1614), obras que não assinou. Nesta última, Moreno relata a conquista do território, embora tenha enaltecido os seus próprios feitos.

(via “História de Portugal – Dicionário de Personalidades” (coordenação de José Hermano Saraiva), edição QuidNovi, 2004)

Explorador no Brasil (séculos XVI e XVII). Figura mítica da história brasileira, era neto de Diogo Álvares Correia, colono português conhecido por Caramuru. Depois de ter penetrado nas terras da Baía e de Sergipe em busca de prata, procurou durante anos quem financiasse uma expedição aos locais secretos, onde afirmava existirem grandes riquezas. Em 1617 D. Luís de Sousa confiou-lhe os homens e meios necessários para a empresa, mas a expedição nõ obteve resultados e Melchior Dias Moreia acabou por ser preso, em 1619. É provável que tenha morrido pouco depois, por volta de 1622. Embora a sua figura tenha estado no esquecimento, a fama das minas e o mito do tesouro escondido perduraram no tempo e inspiraram José de Alencar nas suas narrativas históricas.

(via “História de Portugal – Dicionário de Personalidades” (coordenação de José Hermano Saraiva), edição QuidNovi, 2004)

Total de 01.01.07 a 30.06.09 - 225 285 visitas, por 137 325 visitantes
Junho de 2009 - 10 045 visitas, por 6 495 visitantes
Maio de 2009 - 13 620 visitas, por 8 410 visitantes
Abril de 2009 - 11 425 visitas, por 7 270 visitantes
Março de 2009 - 12 200 visitas, por 8 080 visitantes
Fevereiro de 2009 - 8 255 visitas, por 5 680 visitantes
Janeiro de 2009 - 8 920 visitas, por 5 840 visitantes
Total Ano de 2008 - 105 370 visitas, por 65 100 visitantes
Dezembro de 2008 - 6 800 visitas, por 4 480 visitantes
Novembro de 2008 - 12 560 visitas, por 7 890 visitantes
Outubro de 2008 - 11 710 visitas, por 7 290 visitantes
Setembro de 2008 - 7 905 visitas, por 5 200 visitantes
Agosto de 2008 - 6 390 visitas, por 3 965 visitantes
Julho de 2008 - 5 495 visitas, por 3 320 visitantes
Junho de 2008 - 8 810 visitas, por 5 500 visitantes
Maio de 2008 - 11 105 visitas, por 6 620 visitantes
Abril de 2008 - 9 510 visitas, por 5 840 visitantes
Março de 2008 - 8 435 visitas, por 5 255 visitantes
Fevereiro de 2008 - 8 080 visitas, por 4 920 visitantes
Janeiro de 2008 - 8 570 visitas, por 4 820 visitantes
Total Ano de 2007 - 55 450 visitas, por 30 450 visitantes
Dezembro de 2007 - 4 260 visitas, por 2 320 visitantes
Novembro de 2007 - 5 110 visitas, por 3 010 visitantes
Outubro de 2007 - 9 640 visitas, por 5 770 visitantes
Setembro de 2007 - 6 005 visitas, por 3 690 visitantes
Agosto de 2007 - 3 610 visitas, por 2 155 visitantes
Julho de 2007 - 3 275 visitas, por 1 535 visitantes
Junho de 2007 - 4 310 visitas, por 2 010 visitantes
Maio de 2007 - 4 420 visitas, por 2 300 visitantes
Abril de 2007 - 3 805 visitas, por 2 005 visitantes
Março de 2007 - 3 355 visitas, por 1 770 visitantes
Fevereiro de 2007 - 2 560 visitas, por 1 345 visitantes
Janeiro de 2007 - 5 100 visitas, por 2 540 visitantes

Vice-rei da Índia e do Brasil (1673-1743). Como vice-rei da Índia (1712-1717), submeteu os rajás de Canará e de Sundra, tendo obtido do Grão-Mogol o território de Pondá. Enquanto vice-rei do Brasil (1720-1735), desenvolveu um trabalho notável. Promoveu a cultura e fomentou a riqueza, patrocinando a agricultura. D. João V concedeu-lhe, em 1729, o título de conde de Sabugosa.

(via “História de Portugal – Dicionário de Personalidades” (coordenação de José Hermano Saraiva), edição QuidNovi, 2004)

Militar e político (1775-1828), era o quinto marquês de Alegrete e oitavo conde de Tarouca. Foi governador de São Pedro do Rio Grande do Sul, de 1814 a 1818. Na guerra de Montevideu conseguiu a vitória de Catalão (1817), que pôs termo ao conflito.

(via “História de Portugal – Dicionário de Personalidades” (coordenação de José Hermano Saraiva), edição QuidNovi, 2004)

Político (1731-1813). Foi segundo conde de Anadia, ministro na Holanda e em Nápoles e acompanhou a família real para o Brasil. Integrou o governo constituído em 1808, tendo ficado com a pasta da Marinha.

(via “História de Portugal – Dicionário de Personalidades” (coordenação de José Hermano Saraiva), edição QuidNovi, 2004)

Jornalista brasileiro (colónia de Sacramento, hoje Uruguai, 25 de Março de 1774 - Inglaterra, 1823). Concluiu o curso de Direito na Universidade de Coimbra, em 1798. Foi encarregado de comprar em Inglaterra materiais para a Imprensa Régia (1802). Filiou-se na Maçonaria, o que levou Pina Manique a decidir a sua prisão e a entregá-lo à Inquisição. Conseguiu fugir para Inglaterra, onde fundou o Correio Brasiliense (1808-1822). Com profunda influência no Brasil, era proibida a leitura desta publicação. Ainda hoje, as suas edições são consideradas fundamentais para quem estuda este período da história brasileira.

(via “História de Portugal – Dicionário de Personalidades” (coordenação de José Hermano Saraiva), edição QuidNovi, 2004)

Militar (?-1652?), contribuiu para a reconquista da Baía aos holandeses em 1624. Foi dos fidalgos que mais instaram D. João IV para encabeçar o movimento da Restauração. Depois da Restauração, foi enviado como embaixador para Paris, mas não foi bem sucedido. De regresso a Portugal, participou na Batalha do Montijo, em 1644, onde comandou a cavalaria da ala direita. Em 1648, foi designado governador do Algarve.

(via “História de Portugal – Dicionário de Personalidades” (coordenação de José Hermano Saraiva), edição QuidNovi, 2004)

Chama-se Sumário de Questões sobre os Céus. É um documento de 100 páginas, com prefácio. E a estrutura do texto vem no formato de perguntas - colocadas por um chinês - e de respostas - dadas por um ocidental com conhecimento de astronomia. O ocidental era um padre jesuíta português, chamado Manuel Dias. E foi ele quem apresentou Galileu e as suas descobertas à China, em 1614, apenas três anos depois de o trabalho de Galileu ter sido publicado.

(ler artigo completo, no Público)

Militar (século XVIII). Senhor da Vila de Melo, participou na reconquista da Baía, em 1625, e lutou nas Guerras da Restauração.

(via “História de Portugal – Dicionário de Personalidades” (coordenação de José Hermano Saraiva), edição QuidNovi, 2004)

Governador de Angola e vice-rei do Brasil (2 de Maio de 1701 - Baía, 4 de Junho de 1760), foi quarto conde de Avintes, primeiro conde (na sua família) do Lavradio e primeiro marquês do Lavradio. Sublinhe-se que o primeiro conde do Lavradio  foi Luís de Mendonça Furtado e Albuquerque, tendo sido o único da sua família, pelo que o título foi extinto, para ser renovado noutra família, a dos Almeidas, condes de Avintes. Voltando ao primeiro marquês do Lavradio, foi capitão de Infantaria e depois coronel da mesma arma no Regimento de Elvas. Em 1748, foi nomeado governador e capitão-general de Angola, conservando-se no lugar até 1753. De volta ao reino foi governador de Elvas e promovido a sargento-mor-de-batalha em 1757. Decorridos dois anos foi nomeado vice-rei do Brasil (o oitavo), mas não teve tempo para grandes acções, pois morreria meses depois.

(via “História de Portugal – Dicionário de Personalidades” (coordenação de José Hermano Saraiva), edição QuidNovi, 2004)

Vice-rei do Brasil (? - Lisboa, 1652) de 1640 a 1641, foi primeiro conde de Castelo Novo e marquês de Montalvão. Foi governador de Mazagão (1615-1619), de Tânger (1622-1624) e do Algarve. Sendo o pimeiro vice-rei do Brasil, ali fez vingar a Restauração, apesar da Baía se encontra repleta de soldados castelhanos. Contudo, à ordem de D. João IV, que desconfiava da sua lealdade,foi preso e enviado para Portugal. reabilitado e indicado para assumir altas funções governativas, porém, foi novamente preso,tendo falecido no Castelo de São Jorge, em Lisboa. A sua ruína terá sido causada pela família partidária de Filipe III (IV de Espanha), em especial pela sua mulher, a marquesa de Montalvão.

(via “História de Portugal – Dicionário de Personalidades” (coordenação de José Hermano Saraiva), edição QuidNovi, 2004)

Heroína brasileira (Baía, 1792 - Baía, 1853). Filha de um português. ficou órfã muito nova. Lutou pela independência do Brasil, vestiu trajes masculinos e alistou-se como combatente contra as tropas portuguesas, sob o nome de “soldado Medeiros”. Ferida em combate, veio a saber-se que não se tratava de um homem. Permaneceu na batalha até que, no fim da guerra, se deslocou à Corte com a notícia da vitória. O seu retrato consta em todos os quartéis e repartições militares brasileiras, existindo ainda uma medalha militar com o seu nome.

(via “História de Portugal – Dicionário de Personalidades” (coordenação de José Hermano Saraiva), edição QuidNovi, 2004)

Investigador (Alemanha, 1610 - Angola, 1644). Formado na Universidade de Leiden (Holanda), em 1636, dedicou-se à História Natural, Astronomia e Medicina. Dois anos mais tarde partiu para Pernambuco, ao serviço do conde de Nassau, governador holandês do Brasil. Dedicou-se ao estudo e descrição de plantas e animais, ao levantamento cartográfico do Nordeste brasileiro e à astronomia. Em África deu continuidade aos estudos que havia iniciado na América. Publicou o primeiro estudo científico da especialidade do Brasil (Historia Naturalis Brasiliae), para além de vários mapas e inúmeras cópias de desenhos. Uns perderam-se, outros encontram-se na Academia de Ciências de Leninegrado.

(via “História de Portugal – Dicionário de Personalidades” (coordenação de José Hermano Saraiva), edição QuidNovi, 2004)

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